segunda-feira, 20 de março de 2017

Crítica | Piratas do Caribe - O Baú da Morte (2006)


Com um roteiro menos profundo, mas com muito entretenimento escapista; a sequencia de Piratas do Caribe nos traz uma boa estória que mais se assemelha a uma aventura RPG.

Agora Capitão do Pérola Negra, Jack Sparrow está atras de um misterioso baú que está escondido pelos sete mares, e que contem a única solução para que Jack conserte erros do passado. Do outro lado, Will e Elizabeth são condenados a forca por terem se aliado ao Capitão Sparrow e só sairão livres com uma condição: Encontrar Jack e entregar sua bussola para a Companhia das Índias Orientais.

Temos aqui um clássico roteiro de sequencia, que nos traz de volta aos mesmos ambientes e personagens, expande o universo, e concebe um antagonismo muito mais agressivo - É questão de vida ou morte!

Zarpando dessa para o alto mar, Piratas do Caribe acerta mais uma vez no mistério, nas subtramas envolvendo Will e Elizabeth e na criatividade nas cenas de ação.

Em questões de roteiro, se compararmos com o do primeiro filme, o filme cai consideravelmente em diversos aspectos. O cuidado de criar cenas mais empolgantes, divertidas e esteticamente mais bonitas parece ter tomado a cabeça dos roteiristas por completo, pois onde deveria existir um munimo de aprofundamento ou desenvolvimento de personagens, o filme preenche suas lacunas com o humor, e apenas humor.


Mas onde o filme perde em roteiro, ele ganha em visual. Os efeitos visuais e o design de produção desse filme sã dignos de aplausos. É um deslumbre visual!

As atuações são mais uma vez boas. O destaque agora vai para Bill Nighy e seu personagem em CGI muito bem atuado e que necessita de algumas caricaturas, mas nunca fica caricato. 

E no final, o filme termina, mas não encerra. É aquele tipo de sequencia que reabre o universo para contar uma estória que vai além de mais um filme. Geralmente se encerra em uma trilogia e aqui não é diferente.


Todas as "pistas" que apontam o que sera o terceiro filme estão neste aqui, mas muito mascaradas, então, ele promete um filmaço.

Piratas do Caribe - O Baú da Morte é muito gosto, divertido, criativo e com uma duração excelente. Não fica  arrastado, mas poderia manter mais das raízes dos piratas e aprofundar pelo menos um pouco seus personagens. Se você gostou do  primeiro, tem grandes chances de se divertir aqui, mas não aposte com todas as fichas.

ASSISTA AO TRAILER: https://www.youtube.com/watch?v=ozk0-RHXtFw



Dados de Viagem:(Ano Estelar-37564.6)
Data de Lançamento: 21 de Julho de 2006.
Local: Caribe (Filme Estadunidense).
Guia de Viagem (Diretor): Gore Verbinski.


Matheus Amaral



"Apesar do primeiro ser melhor, esse também é bom, vale muito a pena!"

sábado, 18 de março de 2017

Crítica | Breaking Bad - O Filme (2017)


Quando fiquei sabendo que um fã editou Breaking Bad em um filme de DUAS HORAS pensei: "Como editar todas as tramas e subtramas em algo único? Meus pensamentos não achavam ruim que muita coisa iria ficar de fora, mas não concebia que mesmo a trama principal faria sentido em duas horas.

Diferente de O Hobbit The Tolkien Edit, que enxugou três filmes em um só, a quantidade de elementos a serem mostrados aqui  é absurdamente grande. Mas, geralmente, esses editores anônimos fazem um bom trabalho; Uma esperança sempre existe.

O filme em si começa bem criativo e instigante. O tom escolhido caminha devagar, passando aquela sensação de contemplação. Vamos saborear cada cena por completo!

Mas depois ele se perde por completo. Não tem ritmo, não tem desenvolvimento de personagens. É um monte de cenas corridas que dão a sensação de um videoclipe de duas horas.

Não tem como crucificar, você sente todo o carinho e dedicação para com a serie, mas óbvio que não iria passar emoções completas para o espectador.

As partes boas são as sensações de nostalgia quando relembramos de cenas que já havíamos esquecido; quando vemos uma cena que adoramos e o final é emocionante de qualquer jeito.

Quanto mais você lembrar da serie, mais vai achar o filme ruim e se você ainda não assistiu a serie NÃO VEJA O FILME.

Breaking Bad O Filme é um grande tributo para os fãs dessa maravilhosa serie. Encare ele por esses olhos, relembre o quanto ela marcou nossas vidas e BOM DIVERTIMENTO!

Marheus Amaral



"REMEMBER HIS NAME!"




sexta-feira, 17 de março de 2017

Crítica | Piratas do Caribe - A Maldição do Pérola Negra (2003)



Mistério, aventura e piratas amaldiçoados. Arriai todas as velas livres viajantes, está na hora de conhecermos os homens mortos que não contam estórias.

Quando um pirata chamado Jack Sparrow, ou melhor, Capitão Jack Sparrow chega a Port Royal em busca de um navio. Seu destino se junta com o do jovem Will Turner, que lado a lado partem em uma jornada, mas procurando diferentes tesouros,

Saber que Piratas do Caribe foi inspirado em um brinquedo quase infantil dos parques da Disney é, no minimo esperar uma bomba relógio. Felizmente o filme contou com profissionais competentes, que fizeram do brinquedo um ponto de partida para contar uma ótima estória de piratas em todos os seus arquétipos. Trazendo elementos que agradam diversas idades e respeita a memoria do brinquedo.

O roteiro opta por abrir com um mistério muito bem construído; vemos o que ainda será o antagonista e quem será o protagonista ao decorrer da trama. Enquanto a fantasia em tom familiar e o mistério não é revelado, o filme nos deixa conhecer e acreditar nesse novo mundo enquanto o apresenta. Deixando o público interessado, intrigado e entretido.


Quando a fantasia é revelada, a mesma consegue trazer muitos dos elementos das estórias de piratas. Não é um filme que satisfaz por completo os fãs desse tipo de estória, Mas ainda sim é um filme muito honesto, divertido e empenhado. O público sente e acredita que uma estória de piratas está sendo contada.  

O humor é inserido na medida certa o filme inteiro. Faz com que rimos quando é necessário e fica serio quando necessário.

Os personagens também são muito bem feitos. Nada muito aprofundado, mas todos VIVEM e tem sua carga emocional muito bem criada.

O filme conta com um bom ritmo e uma boa duração. Não fica em nenhum momento arrastado e ainda traz alguns conceitos mais sérios como: O que é ser bom e o que é ser mal? Até que ponto devemos ser obcecados por alguma coisa? E o principal, Que as vezes o caminho errado pode ser o certo. Tudo muito simples, mas com grande valor de entretenimento.


Outros fatores que pesam até um pouco mais que o roteiro é a INCRÍVEL trilha sonora que capta com perfeição o mundo e os personagens. O figurino, a construção de cenários e os efeitos visuais que até hoje são surpreendentes.

Outro fator que não pode ficar de fora é Johnny Depp e seu "jeitão" de atuar. Ele deu ao querido Jack um tom único, e o personagem vive em nossas mentes até hoje sem perder a força. Ninguém consegue imaginar um Remake de Piratas do Caribe devido a Jonny Depp.

Piratas do Caribe - A Maldição do Pérola Negra é um filme honesto, respeitoso, bem escrito, que poderia ter um pouco menos de exposição, apostar um pouco mais na seriedade e não cair em algumas coincidências malucas. Tirando isso, é um excelente filme que NÃO PODE SER PERDIDO!

ASSISTA AO TRAILER: https://www.youtube.com/watch?v=naQr0uTrH_s


Dados de Viagem:(Ano Estelar-332.1)
Data de Lançamento: 29 de Agosto de 2003.
Local: Caribe (Filme Estadunidense).
Guia de Viagem (Diretor): Gore Verbinski.




  
      
"A Maldição do Pérola Negra vive no meu coração! O cinema precisa de mais Piratas!"

terça-feira, 14 de março de 2017

Crítica | Kong: A Ilha da Caveira (2017)


Ação, PIADAS e MUITA expansão de universo. Kong traz consigo bastante empolgação e beleza em um filme que poderia ter sido muito melhor.

Uma perigosa Jornada para uma ilha até então nunca explorada se torna uma luta por sobrevivência, depois que o poderoso rei Kong se enfurece com a presença de seus convidados. Verdades sobre o real motivo dessa viagem começa a vir a tona, enquanto alguns personagens revelam o seu lado perverso.

O filme de cara já causa certa estranheza, pois a apresentação de ambiente e personagens vem rápido demais e quase sem nenhuma emoção. As coisas começam a ser resolvidas muito rapidamente e demorou um pouco para eu entender o motivo; Trata-se de um filme muito mais descontraído; É praticamente uma comédia, então muitas das soluções são "resolvidas" no humor.

Talvez, devido ao Feedback de Godzilla, decidiram apostar em um filme mais descontraído; que trouxesse a empolgação da aventura em uma trama mais descontraída e satírica. Isso não é um problema.


Depois que a trama é estabelecida e o Incidente Incitante chega, o problema real aparece - Uma tremenda enrolação, que se utiliza de subtramas fresquíssimas, apenas para ficar expondo o universo e pistas para as sequencias.

O humor também se torna um problema, quando é inserido em momentos em que ele não encaixa e acaba criando cenas autoexplicativas DEMAIS.

O filme acabou por não necessitar de personagens profundos ou complexos, mas alguns estão estereotipados demais, e TODOS são bons atores. Isso da até raiva.


A parte boa de tudo isso começa quando as cenas de ação entram em cena. A imprevisibilidade, a violência e a criatividade das cenas são o pote de outro do filme, poi elas trabalham com seus personagens e com seu ambiente de maneira eximia. Mexendo muito com as emoções do público,

O visual é outro fator positivo do filme. As referencias a outros filmes, a paleta de cor, os efeitos visuais e a criatividade na criação de takes é algo que merece destaque. É algo marcante.

Kong tem elementos positivos que pesam demais ao seu favor, mas os negativos acabaram passando na frente. É grande, barulhento, bonito e poderia ter preenchido seu tempo com uma boa trama, ao invés de sustentar uma barriga.

ASSISTA AO TRAILER: https://www.youtube.com/watch?v=EUeSlWikvN0


Dados de Viagem:(Ano Estelar-546332.5)
Data de Lançamento: 09 de Março de 2017.
Local: Ilha da Caveira (Filme Estadunidense).
Guia de Viagem (Diretor): Jordan Vogt-Roberts.


Matheus Amaral



"Não esqueçam que tem uma cena pós crédito que une esse filme com os de Godzilla. Só fique se você realmente está empolgado para ver os próximos filmes." 

segunda-feira, 13 de março de 2017

Crítica | Godzilla (2014)


Gojira! Você mais uma vez? Mas agora com ótimos efeitos especiais?! Que ótimo.... Agora só falta saber se é bom.

Uma empresa chamada Monarca descobre que criaturas gigantes, praticamente deuses para nós, vivem nas profundezas mais escuras dos oceanos; perto do centro da Terra. Quando uma delas vem para a superfície se alimentar de radiação para poder procriar, ela muda todo o curso natural do Planeta Terra, gerando uma luta entre gigantes para poder restabelecer o equilibro. Algo que está muito além do alcance dos homens.

Geralmente quando um filme carrega o nome de um personagem, o mesmo carrega e personifica toda a essência do filme. Quando vemos Harry Potter, John Wick entre outros; queremos saber o porque esse personagem é diferente: O que ela trara de novo. E não apenas nele, mas o mundo em que vive.

Sendo assim, quando vemos um filme chamado Godzilla, já subtendemos que ele será o fio condutor principal. Ele e seu universo de destruição é o que queremos ver, Mas aqui, o nosso querido "monstrão" não exerce nem o papel de protagonista, quanto antagonista. Ele não é a estrela e muito menos conduz a trama, é apenas mais um neste novo universo. E isso logo de cara pode destruir o filme por COMPLETO. Pois ninguém gosta de ser sentir enganado.


Passado isso, vamos analisar por outro viés: Este sim É um filme do Godzilla, mas que apresenta um mundo um pouco mais vasto do que o que já conhecemos (E que também tem futuras intenções). E a trama traz um bom filme de monstros-catástrofe com o Godzilla como gosto especial. Então, é possível ver esse filme por dois lados: Um bom filme de monstros, ou a maior enrolação da estória. O problema é que devido a propaganda enganosa a maioria da pessoas irá escolher a segunda opção.

O roteiro dos apresenta uma introdução que nos prende muito com sua tensão e a ótima criação de personagens, O filme abre com cenas dignas de filmes catástrofe e com um novo mundo muito bem criado.

A media que a estória avança, ela consegue manter o tom de empolgação, mas o filme cai consideravelmente em relação a trama principal. A estória começa a se arrastar um pouco, começamos a ter a sensação que as apresentações de mundo não vão acabar e alguns personagens começam a virar esteriotipos.

O filme se segura nas ótimas cenas de destruição, que são muito bem substanciadas e na veracidade que o roteiro consegue trazer para esse mundo: Ele não é ridículo, você acredita na estória que está sendo contada.

A mensagem simples, mas empolgante de que a natureza é incontrolável é passada aqui muito bem.


O protagonista é melhor do que o ator que está vivendo o seu papel, mas isso não é o ponto fraco do filme.

Quando chagamos ao final, o filme volta consideravelmente a ganhar peso, tudo o que queremos ver em um filme pipoca de monstros chega ao seu auge e a mensagem do filme alcança o seu ápice.

Outro fator que pesa para o lado positivo do filme é que metade do que realmente queríamos ver está lá. Monstros lutando em alto e bom som, com efeitos visuais extraordinários. Este filme não deixa de ser um REMAKE, e sua linguagem foi muito bem atualizada.

Godzilla pende mais para o positivo ou para o negativo? Vai depender de você e apenas de você. O filme faz jus aos efeitos da época e aos filmes de monstros, mas falha em respeitar a memoria do famoso mostro japonês. Mesmo assim, considero Godzilla um bom entretenimento pipoca, que vale a pena dar uma conferida.

ASSISTA AO TRAILER: https://www.youtube.com/watch?v=4vhxYqsqZb0


Dados de Viagem:(Ano Estelar-56332.9)
Data de Lançamento: 15 de Maio de 2014.
Local: EUA, JAPÃO Entre outros (Filme Estadunidense).
Guia de Viagem (Diretor): Gareth Edwards.


Matheus Amaral



"AQUI É TIME GODZILLA FÁCIL!"

Crítica | John Wick: Chapter 2 (2017)


Mais violência e ação em uma trama muito mais decisiva. John Wick está de volta! Mas será que tão bom quanto antes?

Depois de ter voltado para o mundo do crime em busca de vingança, John acabou chamando a atenção de um poderoso mafioso italiano que o obriga a realizar uma missão suicida. O que John não sabe é que desta vez ele devera morrer também.

O filme parte seguindo todas as regras de uma sequencia; Nos traz de volta aos novos ambientes, reabre o universo para nos apresentar uma nova trama, e a mesma traz mais ação e mais violência.

A nova trama sofre um pouco de dificuldade para vir devido a toda lógica que foi criada no primeiro filme. As rasões para que ela exista não é das melhores, mas da pra comprar fácil a ideia.

O roteiro segue por um primeiro ato em que John se prepara e realiza seu objetivo, para depois uma tempestade realmente explodir em sua cabeça. Temos aqui uma boa expansão de ambiente, uma violência escatológica incrivelmente bem pensada e um clima de tensão e ritmo excelente.


Os personagens são mais uma vez simples, mas a maioria deles funciona. O antagonista principal não é nada carismático e muito previsível. Infelizmente atrapalha um pouco a trama.

No segundo ato o filme perde um pouco de ritmo. O mundo começa a ficar um pouco mirabolante e a opção C começa a ficar um pouco desacreditável.

Por outro lado, quando paramos para ver a criatividade nas cenas de ação, o filme é excelente. Cenas muito angustiantes, bem coreografas e bem dirigidas. Todo o lado estético faz jus a John Wick e seu universo e nos tramite muita credibilidade.

Os planos são abertos, sem muita câmera tremida e uma edição frenética demais. Tudo está na medida certa.

Sem Spoilers aqui, só digo que os minutos finais são extremamente angustiantes, e ainda promete um excelente terceiro filme. Será?

John Wick: Chapter 2 não é melhor que seu antecessor em termos de roteiro, ambiente e personagens, Mas ganha nas cenas de ação que se juntam em uma estória razoável, porem mais tensa e que não cai na galhofa. Quem gostou do primeiro NÃO PERCA!

ASSISTA AO TRAILER: https://www.youtube.com/watch?v=Ej67YCsEXT8


Dados de Viagem:(Ano Estelar-12332.5)
Data de Lançamento: 16 de Fevereiro de 2017.
Local: EUA (Filme Estadunidense).
Guia de Viagem (Diretor): Chad Stahelski.
Titulo "Brasileiro Idiota": John Wick: Um Novo Dia Para Matar.



Matheus Amaral




"#SalvaramoDOG... Por enquanto!"

quinta-feira, 9 de março de 2017

Crítica | John Wick (2014)


Com um roteiro que sabe focar nos pontos certos e cenas de ação muito bem coreografadas. John Wick nos presenteia com um ótimo entretenimento pipoca recheado de adrenalina.

Quando John Wick, um ex matador da máfia se vê humilhado perante mafiosos. Esta na hora de voltar ao mundo do crime para se vingar e recuperar o amado carro que lhe foi tomado.

John Wick parte de uma direção devagar, que te deixa saborear os momentos. No inicio, contemplamos um homem solitário, que acabou de perder sua mulher, e não tem motivação de viver. Até que uma pequena esperança surge. Porém, ela é brutalmente atacada por mafiosos e o verdadeiro personagem, e agora bastante crível, nasce.



O roteiro soube muito bem como trabalhar com o que eu chamo de opção C. Quando um ex-matador é brutalmente atacado, ele tem duas opções: A se vingar e morrer ou B ficar na dele e seguir outro caminho. A opção C de cinema, mostra um personagem ficcional, de entretenimento escapista que só existe no cinema - Vou me vingar e vou sobreviver.

São esses personagens que nos tira um pouco da realidade, nos traz o famoso entretenimento pipoca e faz com que imaginemos como seria a vida desse homem irreal.

Um roteiro de um filme assim precisa acertar em UM ponto: É necessário que esse homem, que todos sabemos que não exite, EXISTA. Ele tem que parecer totalmente crível no cenário em que está e o roteiro soube muito bem como fazer isso.

A ambientação é bem interessante, o jeito que os criminosos trabalham é um elemento que nos aproxima do mundo real. Eles tem tantas regras e tanta organização que de nada difere de um serviço normal. Então porque virar criminoso?

O filme também acerta nos cenários mais subjetivos. A paleta de cor, as baladas, tudo faz com que inconscientemente nos identifiquemos com esse mundo. Só não interprete mal, não é um filme mal intencionado, é um filme que mostra como seria a vida de um matador da máfia completamente ficcional.


As cenas de ação, como já dito, são muito bem coreografadas e muito bem dosadas.

As atuações também estão boas. Este não é um filme que exige muito dos atores, é mais um filme que os atores precisam combinar com seus papéis. E quase todos combinam. Keanu Reeves que não é um bom ator combina bastante com John Wick.

Mas, é quase impossível fazer um filme desses sem que aja furos. Se pararmos para analisar mais friamente, o motivo que fez John Wick largar o crime é inverossímil DEMAIS. O filme peca em algumas confidencias um pouco absurdas. O motivo EXTERNO para que John volte para o crime pode soar um tanto ridículo para algumas pessoas (Eu não achei ridículo). E uma pequena cena onde John explica tudo que está sendo mostrado é ridículo. - Eu estou entendendo, não precisa me contar!

Resultado: John Wick é um ótimo filme de ação. com uma boa estória e que sabe perfeitamente o que está fazendo. Não vou dizer que não pode ser perdido, mas MERECE SER VISTO!

ASSISTA AO TRAILER: https://www.youtube.com/watch?v=C0BMx-qxsP4


Dados de Viagem:(Ano Estelar-15432.7)
Data de Lançamento: 27 de Novembro de 2014.
Local: EUA (Filme Estadunidense).
Guias de Viagem (Diretores): Chad Stahelski, David Leitch.
Titulo "Brasileiro Idiota": De Volta ao Jogo.



Matheus Amaral



                         " SAVE DE DOG!"